A história por trás do AstroKids
Última atualização: 24 de maio de 2026
AstroKids nasceu em casa, antes de nascer como produto. Eu sou Rafael, pai do Felipe, e a primeira versão do AstroKids foi uma tabela na geladeira que ninguém olhava — exatamente como acontece em milhões de famílias brasileiras.
O ponto de virada
A gente vinha cobrando as mesmas coisas todo dia: escovar o dente, arrumar a cama, sair do tablet, fazer a lição. Cobrava três vezes, virava briga. Cobrava de novo, virava grito. No fim do dia eu não queria mais ser pai fiscal e ele não queria mais ser filho cobrado.
O problema não era a tarefa. O problema era o contrato: não tinha regra clara, não tinha recompensa visível, não tinha quanto falta. A criança não enxergava progresso e o adulto só enxergava o que estava faltando.
O primeiro protótipo
Antes de virar código, AstroKids foi uma planilha. Depois um app em Notion. Depois um quadro com adesivos. Cada versão melhorava uma coisa e quebrava outra — adesivo acabava, planilha o Felipe não abria, Notion ele não sabia mexer.
A virada veio quando entendi que a criança precisava de três coisas que nenhuma dessas ferramentas dava ao mesmo tempo: uma tela só dela, com missões só dela, mostrando quanto falta em tempo real para a recompensa combinada antes.
Por que “astro”
Universo espacial é coisa que toda criança curte e nenhum adulto considera infantil demais. Estrela é a unidade natural — a gente já fala “está de parabéns, ganhou uma estrelinha”. Mascote astronauta é desejo universal. E galáxia é exatamente o que cabe numa tela de celular sem ficar poluído.
O resto foi consequência: cristais para a loja interna, fundos animados, temas trocáveis, mascote que vira a foto da criança. Tudo é desculpa para a criança querer abrir o app e marcar a missão sem ninguém pedir.
O que não somos
AstroKids não é um app de monitoramento. Não é tracker de tela. Não é relatório para a escola. Não tem chat com estranhos. Não compartilha foto nem dado da criança com terceiro nenhum. Não vende dados, não tem propaganda de fora. Tudo dentro do app é entre a sua família.
AstroKids também não substitui presença, não vai resolver questão de limite, não vai “fazer a criança obedecer”. O que ele faz é tirar a cobrança da boca do adulto e colocar o contrato numa barra que enche sozinha.
De onde vem o produto
O AstroKids é construído em Araxá, Minas Gerais. Operação é brasileira, suporte é brasileiro, pagamento é Pix. A gente atende família brasileira, em português, em fuso de São Paulo.
Quer mandar uma ideia, uma reclamação, uma história? Manda direto pra ola@astrokids.app. Eu leio.
— Rafael, criador do AstroKids